Quatro candidatos de um vestibular para o curso de medicina da Uningá (Faculdade Ingá), em Maringá (434 km de Curitiba), foram presos neste domingo (11) sob suspeita de tentar fraudar o concurso.
A polícia informou ter encontrado com os suspeitos quatro telefones celulares e um ponto eletrônico. Os candidatos são jovens na faixa dos 20 anos (três rapazes e uma garota), vieram dos Estados do Pará e Mato Grosso, mas não tiveram os nomes divulgados.
Os suspeitos afirmaram em depoimento que pagariam entre R$ 10 mil e R$ 20 mil caso fossem aprovados. Todos foram autuados por crime de tentativa de estelionato. Até esta manhã, apenas um deles, a garota, foi liberada após pagamento de fiança de R$ 5 mil.
Suspeita-se que as respostas foram repassadas por uma quinta pessoa que copiou as questões e saiu antes do prazo final para repassar as respostas aos vestibulandos. Essa pessoa ainda está sendo procurada.
Uma denúncia anônima de que a fraude estava em curso levou policiais civis até o local das provas. Eles descobriram com três candidatos celulares escondidos entre as roupas e que foram usados para receber mensagens com as respostas. O quarto candidato, a garota do grupo, usava um ponto eletrônico.
“Eles quiseram tirar uma vantagem ilícita através da obtenção desse gabarito da prova. Eles foram assediados por uma quadrilha especializada em fraudar concursos públicos. Estamos trabalhando agora para identificar os membros da quadrilha”, afirmou em entrevista à imprensa o delegado Gustavo de Pinho Alves.
Fonte: noticias.uol.com.br
O Coluni (Colégio de Aplicação) da UFV (Universidade Federal de Viçosa) foi a instituição da rede pública com maior média total no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2010 — sua nota foi 726,42. Em comparação com todas as escolas participantes, ele ficaria em oitavo lugar.
Uma escola pública com bons resultados vira destaque – e o Coluni-UFV já está acostumado com a exposição porque tem apresentado um bom desempenho desde que a nota do Enem por escola começou a ser divulgada em 2006.
| REDE | Pública |
| MÉDIA TOTAL | 726,42 |
| POSIÇÃO NO RANKING GERAL | 8ª |
| TAXA DE PARTICIPAÇÃO | 98,1% |
Apesar de os educadores não gostarem muito dos rankings, nem da tentativa de elaborar uma “receita” de sucesso, o Colégio de Aplicação da UFV apresenta algumas características que favorecem a qualidade do ensino e o bom desempenho dos estudantes no Enem.
Nem de longe, as condições são as mesmas da maioria das escolas públicas. Em primeiro lugar, a matrícula não é por ordem de chegada, proximidade com a casa do aluno ou por sorteio. Os alunos do Coluni-UFV passam por uma seleção em que a concorrência se aproxima de dez interessados por vaga. Assim, os escolhidos já chegam com melhor “bagagem inicial”. As instalações, como laboratórios, são boas e 80% dos professores são contratados em regime de dedicação exclusiva (e são pagos acima da média das escolas públcias por isso).
O diretor do Coluni-UFV, Hélio Paulo Pereira Filho, admite que o fato de os alunos que entram na escola já terem passado por uma peneira “contribui bastante” para os bons resultados. “O que une nossos alunos é o fato de eles serem bastante qualificados e motivados. Dá gosto de dar aula para eles. Podemos exigir bastante deles porque eles acompanham e ainda nos cobram”, explica.
Para Pereira Filho essa “peneira” pela qual o candidato passa é apenas um “cartão de apresentação” que tem de ser lastreado por retorno acadêmico da escola, ao longo do tempo de permanência na escola. “Tem casos de alunos que foram bem colocados na seleção e não conseguem manter o mesmo rendimento. E vice-versa”, explicou o educador.
Segundo ele, o vestibulinho não faz uma seleção social — ou seja, não “passam” apenas os alunos vindos da parcela mais rica da população. “[Nosso público] é diversificado. Eles vêm de camadas sociais distintas”
A boa formação dos professores também ajuda a entender por que os alunos se saem bem na avaliação. “Nossos professores têm uma qualificação profissional muito grande. Temos mestres, doutores. Os que não têm essa formação, são pelo menos especialistas nas suas respectivas áreas”, afirmou Pereira Filho. Esse é outro dado contrastante com a realidade da maioria das escolas no país. Para se ter uma ideia, 32% dos professores em sala de aula não têm sequer curso superior.
Quer ver mais um ingrediente da “receita” de sucesso? “Pelo menos 80% [dos professores] são de dedicação exclusiva à escola”. De acordo com Pereira Filho, o tempo a mais na escola permite aulas de reforço aos alunos nos horários distintos das aulas e o avanço de algumas matérias em projetos de pesquisa. Nessa dedicação, também estão incluídas as supervisões de estágio de estudantes da UFV, situação que proporciona um intercêmbio interessante entre teoria e prática docente.
“A exigência feita a nós é grande”, justificou ao deixar escapar que os salários estão acima da média dos demais professores públicos. “A lei exige 800 horas por ano. Mas nós ministramos 1.000 horas por ano”, citou o diretor, afirmando ainda que os professores são responsáveis por acompanhar estágio de alunos da universidade dentro da escola.
“Essa equipe, além das atribuições inerentes, tem atenção voltada para a orientação voltada para aqueles alunos com problemas de nota (baixa) e com (problemas de relacionamento com) professores. Além de relacionamento com a família. Mais da metade dos nossos alunos é de fora. Temos que avaliar que um menor de idade está longe dos familiares”, exemplificou.
“Pelo que a gente tem aqui, englobando o corpo docente e o corpo técnico, além da infraestrutura, arrisco-me a dizer: se a nossa presidenta [Dilma Rousseff] quiser usar como modelo os dos colégios de aplicação, para resolver o problema da educação no país, ela resolve”, disse Pereira Filho.
Fonte: noticias.uol.com.br
O colégio Vértice, melhor escola de São Paulo e a terceira melhor do país no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2010, não recebe matrículas de alunos para o 3º ano do ensino médio. Para ser aceito no 2º ano, o estudante deve estar “muito alinhado com o conteúdo”. Segundo Adilson Garcia, um dos diretores do colégio, a maior entrada de alunos novos acontece no 1º ano – são aproximadamente 15 ingressantes.
| REDE | Particular |
| MÉDIA TOTAL | 743,75 |
| POSIÇÃO NO RANKING GERAL | 3ª |
| TAXA DE PARTICIPAÇÃO | 84,4% |
Mesmo sem vestibular, não é tão fácil estudar no colégio. As vagas para a educação infantil (a partir de três anos) e para o fundamental 1 são preenchidas por ordem de chegada, após reuniões com os diretores e visitas monitoradas pela escola. Para ingressar no fundamental 2 ou no ensino médio, as exigências aumentam: “Damos prioridade para famílias que já tenham outras crianças na escola e para pais ou mães que já foram nossos alunos”, explica Garcia. Alunos que não preencham essas condições são convidados a passar um dia no colégio, quando serão avaliadas as formas como eles registram as aulas e fazem os exercícios, além dos materiais que utilizam nas outras escolas.
De acordo com Garcia, se mesmo após estas etapas a dúvida sobre a aceitação do aluno persistir, é pedido que o interessado faça uma redação e exercícios de matemática. Se for aceito, o aluno ainda terá que pagar a quantia de R$ 2.998 por mês.
Entretanto, Garcia enfatiza que “nunca foi pretensão do colégio trabalhar só com uma elite intelectual”. Caso contrário, selecionariam seus alunos por meio de vestibulinho e a “média nas avaliações provavelmente subiria”. “O que nos interessa é que cada um deles [alunos] possa pensar um projeto de vida e que a escola consiga dar condições para isso. Trabalhamos com uma preparação para a vida realmente”, explicou o diretor.
Além de um forte sistema de avaliações, os alunos do terceiro ano fazem também muitos simulados, “são 20 ou 25 por ano”. E alguns desses simulados são as provas anteriores do Enem.
A média dos alunos é composta por dois tipos de notas: as quantitativas, que medem o conhecimento específico das disciplinas, e as qualitativas, responsáveis por medir a atitude e o comprometimento dos alunos. O diretor explica que a nota qualitativa é mais importante que a quantitativa, pois “mede o conjunto das atitudes e a responsabilidade dos estudantes”.
Na visão de Garcia, uma característica que é muito forte no colégio e pode ser considerada um dos principais motivos de bons resultados, como no Enem por Escola, é a estratégia para formação de hábito de estudo. “Aqui, os alunos estudam o tempo todo e não somente nas épocas de prova”. Ele explica que esse trabalho é realizado desde cedo, com o objetivo de mostrar a importância da educação: “Primeiro é preciso despertar o interesse por meio da curiosidade, depois vem a vontade de estudar e a rotina, que acaba virando um hábito”.
Garcia acredita que o surgimento do Enem foi uma feliz coincidência para o colégio, pois o exame aborda competências e habilidades desenvolvidas pela escola há 35 anos. Mesmo com a boa colocação, ele afirma que não existe nenhuma preparação especial para o exame: “Nós temos a preocupação de preparar nossos alunos para as melhores universidades e para o mercado de trabalho. Essa preparação também é muito importante para o Enem”.
Segundo o diretor, o percentual de aprovações nas universidades públicas de São Paulo (USP, Unesp, Unicamp, UFSCar, Unifesp) fica em torno de 60%. “Ano passado tínhamos 62 alunos no 3º ano e 22 entraram na USP. É um percentual muito alto”, afirmou Garcia. Ele disse ainda que a maioria dos alunos quer cursar instituições públicas, mas alguns acabam optando por faculdades particulares como o Insper e a FGV.
O Vértice possui um quadro atual de 86 professores. Segundo Garcia, 80% deles trabalham somente no colégio e 60% estão no Vértice há pelo menos 10 anos. Outros 10% são ex-alunos que resolveram torna-se professores e trabalhar na ex-escola.
“Os professores são nosso diferencial. Por isso, é importante que você dê condições adequadas de trabalho e pague um salário digno para que eles consigam viver bem. Temos também muita preocupação com o aperfeiçoamento dos nossos docentes e investimos em capacitação permanente”, disse Garcia.
Os alunos do 3º ano do ensino médio têm aulas em período integral – todas as manhãs e tardes. Já para os 1º e 2º anos, as aulas são semi-integrais: todas as manhãs e duas tardes. Na segunda metade da tarde, as aulas são opcionais e extracurriculares. “Um grupo faz aulas de arte e modelagem, outro arte e fotografia, arte e sapateado, filosofia. Os pequenos têm aulas de culinária, música, teatro. A escola é dinâmica, toda semana temos palestras e oficinas. É difícil acompanhar tudo, temos até aula de tricô”, disse Garcia.
No ensino médio, os estudantes ainda contam com orientação vocacional, plantões e reforços. Acompanhando a tendência de muitos vestibulares, algumas aulas são ministradas de forma interdisciplinar. O diretor do colégio conta que muitas vezes dois ou três professores dão aulas juntos para uma mesma sala.
As maiores turmas da escola têm 34 alunos, sendo duas do 2º ano do ensino médio e uma do 3º. O ano letivo começou com 1.014 alunos matriculados. Apresentando uma baixa taxa de desistência, o colégio tem hoje aproximadamente 995 estudantes.
Fonte: noticias.uol.com.br
Seriam as praias paradisíacas, o clima ameno e a malemolência do samba os responsáveis por fazer do rio de janeiro um destino tão interessante? Para os estudantes de ensino superior, o “algo mais” do estado não está só nisso, mas, principalmente, nas universidades. De acordo com levantamento do ministério da educação (mec), o rio de janeiro foi o principal destino de estudantes oriundos de outros estados no primeiro semestre de 2011.
A contagem foi feita tendo como base o sistema de seleção unificada (sisu). Ao todo, foram para o rio de janeiro 1.714 estudantes, o que representa 15% do total de alunos que se deslocaram com o intuito de estudar, tendo o sisu como processo seletivo.
A mineira júlia costa, 19 anos, por exemplo, optou pela faculdade de comunicação social da universidade federal do rio de janeiro (ufrj). “a ufrj é uma universidade internacionalmente reconhecida e tem tradição na área de jornalismo. Além disso, eu sou apaixonada pelo rio de janeiro e suas paisagens”, comenta.
As belezas naturais e a agitada vida noturna explicam em parte esta alta mobilidade acadêmica. O que contribuiu fortemente para a construção desse cenário foi a adesão ao exame nacional do ensino médio (enem) como única via de ingresso por grande parte das universidades públicas fluminenses, como a ufrj e a universidade estadual do norte fluminense (uenf). Há ainda instituições que adotaram parcialmente o exame, como a universidade federal fluminense (uff), na qual 20% das vagas têm entrada via enem.
Mesmo com todos os atrativos, como conhecer um lugar novo e estudar em uma universidade conceituada, deixar a cidade natal para estudar pode ser um pouco frustrante no início. “a minha adaptação foi um pouco complicada. Eu ficava perdida com frequência e me sentia muito solitária por conhecer poucas pessoas. Além disso, sentia bastante a falta dos meus pais. Mas com o tempo, tudo foi se ajeitando. Fiz muitos amigos e já estou completamente habituada com a rotina da cidade”, completa júlia.
Entenda como funciona o sisu
O sisu é o sistema informatizado, gerenciado pelo mec, por meio do qual instituições públicas de educação superior selecionam candidatos segundo a nota obtida no enem. Quando o estudante se inscreve no exame, escolhe duas opções de cursos e, após a divulgação das notas, pode tentar o ingresso em qualquer universidade que ofereça os cursos por ele indicados. É necessário atingir a nota de corte (menor nota para ficar entre os potencialmente selecionados). Essa nota é calculada para cada curso com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.
Na edição de 2011, foram oferecidas 83.125 vagas em 83 instituições públicas de ensino superior. A oferta representou um aumento de 77% em relação à edição de 2010, quando 47 mil vagas foram disponibilizadas pelo sistema.
Fonte: noticias.terra.com.br
Após atrasar por quase dois meses o anúncio, o instituto nacional de estudos e pesquisas educacionais (inep) divulgou nesta segunda-feira as médias das escolas no exame nacional do ensino médio (enem) 2010. Um dos motivos para a demora na liberação da lista foi o novo sistema de apresentação, alterado para tentar evitar um ranqueamento generalizado. Agora, pela primeira vez a relação leva em conta o índice de participação dos alunos inscritos, o que originou a criação de quatro grupos distintos.
No grupo 1, ficaram as escolas (17,8% do total) que tiveram taxa de presença a partir de 75% dos alunos. No 2, aquelas (20,9%) que tiveram média de alunos participantes entre 50% e 74%. No grupo 3, entraram as instituições (33% das escolas) que tiveram participação de 25% a 49% dos estudantes. E no grupo 4, foram listados os colégios (27,4%) com participação de 2% a 24% dos inscritos. O ministério da educação (mec) não divulgou as médias de estabelecimentos de ensino com menos de 10 alunos – apenas 1% se enquadrou nessa categoria.
Nesse novo quadro, o colégio privado são bento, do rio de janeiro, foi o que obteve a melhor média entre as escolas do grupo 1. No ano passado, quando ainda era divulgada uma lista geral, a escola obteve o melhor desempenho entre as cariocas, e o terceiro lugar no ranking nacional, mas já havia sido primeira colocada em 2004, 2005, 2007 e 2008. Entre as instituições públicas, o colégio de aplicação da universidade federal de viçosa, o coluni, foi o único a aparecer entre as 10 primeiras.
No grupo 2, o colégio santo inácio, privado e também do rio de janeiro, ficou com a melhor colocação. As escolas particulares, aliás, ocupam todas as primeiras 15 posições. Nesse grupo, o pior desempenho ficou com o centro de ensino ardalião américo pires, do povoado de três lagoas do manduca, zona rural do maranhão.
O grupo 3 foi o único em que a primeira colocação foi ocupada por uma escola pública. A melhor colocação, neste caso, foi da universidade tecnológica federal do paraná. Já o último lugar, da escola indígena dom pedro i, do amazonas.
Entre as escolas com menos de 25% de participação, a líder vem do estado de são paulo. O coc, unidade álvares cabral, obteve a melhor colocação. Em último lugar ficou o colégio estadual agrovila 08, da bahia. Novamente, as escolas particulares foram a maioria entre as primeiras colocadas. No top 10, somente uma escola é pública: o instituto federal de educação ciência e tecnologia de goiás – campus goiânia.
Participaram das provas do enem mais de 3,2 milhões de estudantes, dos quais 1 milhão de concluintes do ensino médio regular. Os resultados são calculados a partir do desempenho dos alunos concluintes. O enem 2010 avaliou as áreas de conhecimento de ciências da natureza e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias, além da redação.
Segundo o mec, nos últimos dois anos o enem viu o número de estudantes concluintes das escolas regulares públicas e particulares subir de 824 mil, em 2009, para 1 milhão em 2010. Enquanto isso, a média obtida por esses estudantes nas quatro provas objetivas passou de 501 para 511 pontos. A meta do inep, responsável pelo exame, é atingir a média de 600 pontos em 15 anos. Contudo, se forem mantidos os padrões de crescimento, a entidade prevê que seja possível antecipar essa meta em cinco anos.
Fonte: noticias.terra.com.br
A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) busca reconhecer e valorizar os educadores brasileiros
As inscrições para Prêmio Professores do Brasil continuam abertas até 15 de setembro. A ficha de inscrição, o regulamento e demais informações sobre a premiação estão disponíveis no site: www.premioprofessoresdobrasil.mec.gov.br.
O concurso consiste na seleção e premiação das melhores experiências pedagógicas desenvolvidas ou em desenvolvimento por professores das escolas públicas, em todas as etapas da educação básica e que, comprovadamente, tenham sido ou estejam sendo exitosas no enfrentamento de situações-problema. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) busca reconhecer e valorizar os educadores brasileiros.
Serão premiados 40 professores de todas as etapas da educação básica: educação infantil, ensino fundamental 1 (do 1º ao 5º ano), ensino fundamental 2 (do 6º ao 9º ano) e ensino médio. Os vencedores receberão uma premiação no valor de R$ 5 mil, além de diploma e troféu.
A solenidade de entrega do prêmio acontece em Brasília no final do ano, com a presença dos vencedores, que têm todos os custos de viagem pagos pela premiação. Além da cerimônia de entrega dos troféus, os educadores participarão do Seminário Prêmio Professores do Brasil, que possibilita a troca de experiências entre os educadores de escolas públicas de diversas regiões do Brasil.
Fonte: administradores.com.br
Segundo ele, os prefeitos das cidades selecionadas já foram orientados a destinar o melhor terreno disponível no município para que a licitação possa ser feita
O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou hoje (9) que as obras dos novos institutos federais de educação profissional e tecnológica anunciados pelo governo federal poderão começar em 2012.
Segundo ele, os prefeitos das cidades selecionadas já foram orientados a destinar o melhor terreno disponível no município para que a licitação possa ser feita. Ao todo, 120 cidades serão beneficiadas.
“Vamos utilizar o projeto padrão do ministério para evitar ter que contratar projeto básico e executivo. Vai ser uma escola padrão. Se o terreno não exigir terraplanagem, a licitação pode ser feita em seguida. Já há previsão no Orçamento 2012 para essas obras”, informou, ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.
Fonte: administradores.com.br
MEC publica dados por escola na segunda-feira
Brasília – O desempenho dos alunos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 foi superior ao de 2009. Enquanto no ano anterior a média nacional das provas objetivas – matemática, língua portuguesa, ciências humanas e da natureza – foi 501,58 pontos, em 2010 a nota subiu para 511,21 pontos. Essas médias referem-se não a todos os participantes do Enem, mas apenas àqueles que estavam concluindo o ensino médio quando fizeram a prova.
Pela primeira vez desde que o exame foi criado, em 1998, é possível comparar os resultados de duas edições distintas. Isso porque em 2009 o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) adotou uma nova metodologia chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI), que permite “calibrar” as provas para que elas tenham o mesmo nível de dificuldade de um ano para outro.
O Ministério da Educação (MEC) divulga na segunda-feira (12) os resultados de cada uma das 23.900 escolas que participaram da prova no ano passado. Na redação a média foi 596,25 pontos no ano passado contra 585,06 em 2009. Para o ministro Fernando Haddad, o crescimento da nota dos candidatos foi satisfatório e indica melhoria na qualidade do ensino médio.
A meta do MEC é que a média chegue a 600 pontos até 2028. “O Brasil, de maneira inédita, trabalha com o conceito de meta de qualidade na educação básica e desde então nós temos superado as metas previstas.” Na avaliação do ministro “é o próprio Enem que melhorou o resultado do Enem”.
“O vestibular desorganiza o trabalho da escola e o Enem organiza. Quando você substitui um pelo outro você tem impacto na qualidade. Essa é a nossa pregação, que precisamos continuar nesse processo para transformar o ensino médio. O Enem dá impulso a uma ação de melhoria. O vestibular desorganiza pela própria irracionalidade do processo, em que cada universidade tem um processo seletivo e você acaba tendo uma sobreposição de conteúdos que nenhuma escola, em sã consciência, consegue cobrir em três anos. Você dispersa a energia”, defende Haddad.
Para Mozart Neves Ramos, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do Conselho de Governança do movimento Todos Pela Educação, o Enem induz a melhoria, mas não conseguirá sozinho promover a mudança de qualidade necessária. Ele avalia que o incremento de 10 pontos na prova entre 2009 e 2010 é resultado de um trabalho mais direcionado que as escolas têm feito – tanto públicas quanto particulares – para preparar os seus alunos para o Enem. Isso porque desde 2009 o exame passou a substituir o vestibular de algumas universidades públicas, além de ser pré-requisito para quem quer disputar as bolsas oferecidas em instituições particulares por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni), o que fez crescer o interesse e aumentou o número de inscritos.
“É natural que houvesse esse avanço a partir desse foco que as escolas estão dando, tanto públicas quanto privadas, na preparação para a prova. Por onde a gente anda vê propaganda de cursinhos e instituições que estão preparando o aluno para o Enem e o próprio aluno começa a se moldar para esse novo modelo avaliativo. Não necessariamente o aumento da nota significa que a qualidade do ensino médio melhorou. O ensino médio ainda está estagnado do ponto de vista do desempenho. O aluno precisa urgentemente de uma nova escola”, disse Ramos.
O ministro aponta que a Prova Brasil – avaliação aplicada a todos os alunos do 5° e do 9° ano do ensino fundamental – foi responsável por uma melhoria da qualidade nesta etapa. Ele espera que o Enem tenha o mesmo efeito no ensino médio. “Quando me perguntavam porque o ensino fundamental avança mais do que o médio, eu atribuía a dois fatores. Primeiro, não há como melhorar a qualidade por cima, é preciso avançar da base. Por outro lado, o ensino médio não contava com um instrumento como a Prova Brasil, que ajuda na organização do trabalho da escola”, disse.
O índice de participação dos estudantes concluintes do ensino médio no Enem também cresceu. Em 2009, 45,8% dos alunos fez a prova e em 2010 o número chegou a 56,4%. Para a edição de 2011, que será aplicada nos dias 22 e 23 de outubro, há 5,4 milhões de inscritos. Desse total, 1,4 milhão estão terminando os estudos neste ano. A meta do ministro é que o exame chegue a ser universalizado, com a participação de 100% dos alunos do ensino médio.
“O que nós queremos é que o Enem seja uma espécie de componente curricular do ensino médio. Ou seja, que os estudantes façam a prova mesmo que não pretendam utilizar o resultado para ingressar em uma universidade, que façam como atividade de conclusão da educação básica, até para saber como terminaram”, defendeu.
Os resultados do Enem 2010 por escola estarão disponíveis no site do Inep (http://www.inep.gov.br/) a partir de segunda-feira.
Fonte: administradores.com.br
A Folha receberá até a meia-noite do próximo dia 15 inscrições para o 53º programa de treinamento, cujo objetivo é selecionar jovens talentosos e ensiná-los na prática a trabalhar em jornalismo diário impresso e multimídia em tempo real.
Até 12 participantes têm aulas e fazem exercícios de redação e reportagem, nos quais aprendem a aplicar o “Manual da Redação” e os princípios defendidos pelo projeto editorial (http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/projetos-1997-1.shtml) da Folha.
A seleção para a 53ª turma deve acontecer neste semestre, e o programa será realizado no primeiro semestre do ano que vem.
O site do programa (http://www.folha.com.br/treinamento) traz informações sobre a seleção, o link para preencher a ficha de inscrição e descrição das atividades do programa.
A 53ª turma será patrocinada pela Philip Morris Brasil, pela Odebrecht e pela Syngenta.
Fonte: folha.uol.com.br
O prazo de inscrições para o I Fórum Paranaense de Educomunicação foi prorrogado para o dia 9 de setembro. Interessados têm mais uma semana para acessar o www.forumeducom.com.br, preencher o formulário e escolher a oficina de que desejam participar. O prazo para envio de trabalhos, porém, não foi alterado, e se encerrou na última sexta-feira, 2 de setembro.
O Fórum acontecerá nos dias 15 e 16 de setembro, na Universidade Positivo, em Curitiba,Paraná (região Sul do Brasil). O custo da inscrição é de R$ 20,00. O encontro é voltado a educomunicadores, educadores, estudantes de Comunicação e licenciaturas e jovens interessados em fazer mídia.
Informações: contato@forumeducom.com.br / (41) 3023-3925
Fonte: portal.aprendiz.uol.com.br
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