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Em uma monografia pronta, somente é considerado plágio quando existe à cópia sem a devida referência ao autor original pelo trabalho, a utilização de farejador de plágio é bom, porém engana muitas pessoas que não sabe exatamente o que pode ser considerado plágio, por isso o ideal é ter consciência do que é o plagio e redigir a propria monografia.

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MONOGRAFIA E PLÁGIO: UMA QUESTÃO JURÍDICA

São duas condições: a primeira é configurar o plágio e a segunda é o plágio em si. Configurar o plágio é não citar com clareza a fonte de pesquisa da qual fora realizada a escrita da monografia. A segunda coisa: Copiar e colar no seu documento, ou apenas substituir palavras sinônimas para dar uma “disfarçada” na banca. Nenhuma das duas vale.

Atualmente, as bancas têm uma pessoa com atribuições específicas para verificar se o aluno utilizou as fontes de forma correta e se copiou de sítio o que deveras não pertence à sua pesquisa.

Plagiar é crime. Como penso, toda a moeda tem dois lados. Plagiar é crime e apontar como “suspeito de plágio' também. Ambos têm implicância jurídica seriíssima.

A partir do momento em que se comprova fidedignamente a cópia, cabe à banca seguir vários caminhos. Em um trabalho no qual participei, sete alunos apresentaram à banca o trabalho, em banners e com três cópias da monografia para cada participante de banca. Duas foram reprovadas por plágio e não saíram com o título de gestores de educação, no momento oferecido por uma federal do país.

Poderia ter acontecido pior sim.

A partir do momento em que se cria uma obra intelectual ela passar a ser sua e você deve registrá-la. Com o advento da internet, até obras literárias de atores como Shakespeare estão caindo na rede “literalmente”. Tem textos de Fernando Pessoa que passam por “anônimo” ou o cidadão vai lá e põe o nomezinho dele na autoria já que aproveitou um só parágrafo. Afinal, o que tem demais não é mesmo? Fernando Pessoa morreu, Shakespeare idem e quem vai lê-los cabalmente a ponto de contestar e, se o fizer, quem vai retomar uma obra que caiu em domínio público?

Mas na cientificidade a coisa é bem diferente.

Assinar em sua monografia um pensamento ou citação ou qualquer trecho de obra, literalmente, não é foge aos parâmetros da legalidade. Por mais que esse autor tenha sido liberal a ponto de expor à comunidade científica o seu trabalho, o que é certo e enriquecedor para a partilha de sua pesquisa, deve-se sempre referenciá-lo, de acordo com as normas da ABNT em seu trabalho em todos os momentos em que o trecho dele aparecer.

As bancas, de fato, não chegam ao extremo. Mas plágio, ou seja, o fato de expressar concretamente que um texto é meu enquanto pertence a outra pessoa, e se essa outra pessoa não for um Shakespeare ou um Fernando Pessoa, ela pode argumentar em juízo. E plágio comprovado perante a lei é crime e condenável de 3 meses a 1 anos de reclusão. Além de ser crime foge à ética do campo de pesquisa. De acordo com o Código Penal, no artigo 184, o aluno pode entrar em detenção ou ser exposto ao pagamento de multa.

O extremo é este: prisão. Mas se um reitor, decano ou outros majoritários do meio universitário são, acima de tudo educadores, eles escolhem outros caminhos. Um deles é ensinar ao aluno que a sua conduta ética vale muito no seu exercício profissional.

Os professores e demais profissionais do meio afirmam que o aluno está despreparado para escrita. Vai um pouco, além disso. O estudante está despreparado para ser pesquisador autêntico. A escola não o estimulou e a universidade não pretende fazê-lo. E então? Quais são as opções que o estudante encontrará?

Dizia um filósofo que o caminho das águas é mais fácil. Para mim depende. Se for uma queda d´água pode ser fácil, mas arriscado. Eu presto assessoria empresarial para pessoas com extrema dificuldade de conciliar tempo e também extrema dificuldade de escrita. Eu pego advogados e administradores que cometem erros ortográficos seriíssimos. Não os julgo por isso. Presto meus serviços com extrema paciência e cuidado.

Fato é que o acadêmico e o empresário e também o advogado que vive mergulhado em processos precisam escrever. Se uma pessoa quer um bolo, não é ela que colocará a mão na massa. É a pessoa responsável pelo serviço. Ela escolhe a massa, um recheio ou dois, a cobertura e o tema do bolo. Para isso, o cliente irá conversar com a pessoa que fará o bolo e dizer exatamente como ele quer.

Essa metáfora foi para mostrar que, a assessoria acadêmica na internet não é tão desmerecida e fonte de plágio e desacertos no mundo acadêmico. Quando os trabalhos chegam aos assessores a única coisa a qual pretende-se é ajudar o aluno. Assessorar. Saber o que ele quer escrever. Ver o material o qual ele coletou. Ver as suas observações e o que ele precisa constar em sua monografia. Isso não é plágio. É assessoria acadêmica.

As pessoas julgam o serviço de textos de forma bastante radical e crua. Esquecem apenas um fator: os profissionais que trabalham em uma assessoria acadêmica sabem o que é estar do lado de cada professor da banca e orientador. Talvez eles saibam o que é estar do nosso lado também. Comentários do tipo “é ilegal”, “um absurdo”, “um horror”, “nunca farei isso”, “reprovei a metade da turma”, são correntes. Mas cada pesquisador entende a responsabilidade de uma sala de aula e de uma assessoria que chega às suas mãos. E isso não é plágio.