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CLIENTE - Alberto Belarmino

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SOCORRO! O ALUNO PRECISA DE MOTIVAÇÃO...: - Para que vai servir a minha monografia?

Se o aluno não tem as idéias bem-orientadas e pré-concebidas, trabalhas com o devido discernimento, motivação, esboçando as idéias e as conexões temáticas para a exposição da monografia, ele não saberá jamais o que escrever e nem por onde começar.

Um dos fatores gritantes nas aulas de metodologia científica é o adiamento e o não-cumprimento com as entregas das monografias, resenhas, fichamentos e artigos, os quais são extremamente necessários para a leitura atenta e esmiuçada dos autores teóricos. Ou o aluno simplesmente não entrega e se apresenta como absenteísta das atividades passadas pelo professor, ou entrega fora do prazo, o que é agravante, sabendo-se que futuramente o aluno será um profissional e, no mercado, os prazos são extremamente importantes...

Segundo Sócrates, o único lugar onde o aluno pode ser autor-escritor é na escolástica. Sócrates afirmou que aquele era o locus de produção escrita. Trazendo para o contexto atual, o aluno produz cientificamente apenas na faculdade. Não há outro local de apresentação para os seus trabalhos. Sócrates dizia, por isso, que a atividade da escrita é angustiante. E não tem como não ser. Se for um exercício dissertativo contínuo, não haverá tanto sofrimento. Se o orientador for “gente boa” e “sacar do lance”, melhor ainda. O que se faz presente na escrita monográfica e a passagem da linguagem do senso comum para a linguagem científica.

Se o aluno não exercitar a escrita científica na universidade, não há outro ambiente me que possa fazê-lo. O estímulo e a autoconfiança devem preceder o momento da escrita e incentivar a publicação de todas as escritas monográficas após a defesa da banca.

Muito se faz para que o aluno escreva a monografia ou o trabalho de conclusão de curso e se sinta pressionado na ânsia de obter o diploma, por exigência legal do ministério. A massificação da escrita dos trabalhos faz com que as produções científicas, após apresentadas ao final de curso não sejam aproveitadas e gerem a acumulação da produção escrita científica na universidade sem aproveitá-las em um momento pós defesa torna-se ilógico mediante os círculos acadêmicos.

- Para quê a monografia? Apenas para obter o diploma? Isso é pesquisa? Isso é incentivar a pesquisa científica?

De fato não deveria ser considerada dessa forma. As falas dos alunos e a insatisfação e a desmotivação transparecem exatamente um questionamento que não formula respostas aceitáveis pelos estudantes. Será que a monografia é apenas um instrumento de obtenção de diplomas e certificados?

Perde-se o valor da escrita científica, perde-se o gosto – ainda não conquistado – pela pesquisa, pela curiosidade individual do aprendizado.

Quando o aluno não se faz esses questionamentos:

- O que desejo pesquisar?

- Por que desejo essa pesquisa?

- Como pretendo mostrar que isso é muito importante para a comunidade científica?

Não há de se apropriar do saber e da contribuição para a sua vida profissional e acadêmica, ajudando outras gerações de pesquisadores que, provavelmente, se interessarão pelo que ele apresentou.

Ou o aluno desfaz a visão de “coisa de monografia” e apreende o conceito de que a monografia é um “estudo monográfico”, ou o seu trabalho, a necessidade que tem de se livrar da última etapa, tais quais os alunos que chegam às salas dos professores, espelhando na fronte a agonia de se livrar, procurando pelos orientadores na via crucis . Fazer monografia virou, apenas, a necessidade de obtenção diplomática. E depois disso?

A pesquisa deve ser maior do que meros pré-requisitos. Ela é maior do que o incentivo restrito em sala de aula. A pesquisa não é o despejo de conhecimento cumulativo. A pesquisa e a relação professor e aluno trocando idéias em prol dos benefícios acadêmicos.

Sócrates dizia que a decadência do conhecimento é justamente a falta de diálogo e troca. Estas cada vez mais superficiais. Os alunos não devem debater idéias apenas em sala de aula. O conhecimento é para além desses limites e juntamente com o professor.

A conversa acadêmica que fica para depois ou para a próxima aula deve sim iniciar na faculdade e ter uma relação contínua com os demais estudantes. Em certa faculdade, um orientando das turmas de Psicologia projetou uma atividade interdisciplinar entre Psicologia e Design de Interiores promovendo entre as duas áreas um diálogo e uma afinidade. O objetivo era utilizar motivos e decorações em um espaço da Faculdade para que os alunos e professores parassem para dialogar. Com motivos visuais e dinâmicas de interação, apenas com uma mesa, cadeiras e uma cortiça para o mural, os funcionários, os alunos de Artes Plásticas começaram a dialogar. E o objetivo foi cumprido...

- Conversar, ler, autodisciplinar, brigar pela sua temática como legado futuro. Aluno INVISTA no seu PONTO DE VISTA e leva sua mensagem adiante sem medo nem desmotivação. Você precisa mostrar a sua “cara”.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FILHO, DP & SANTOS, J. A . Apresentação de trabalhos científicos: Monografia – TCC – Teses – Dissertações. São Paulo: Futura, 2000, 140 páginas. (exemplar do professor)

GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1985.